Oficina de Criação
Oficina de chapéu de Tânia Ribas foi um sucesso (foto: Daniel Sorrentino)
Na quinta-feira (25), a oficina Com que chapéu eu vou, de Tânia Ribas, foi um verdadeiro sucesso de público. Todas as vagas foram preenchidas e ainda teve lista de espera. O curioso é que nenhum dos participantes havia trabalhado com chapéus. A oficina, bastante prática, ensinou o passo a passo da confecção dessa peça indispensável no guarda-roupa. Tânia faz chapéus desde criança. Já fazia chapéus para suas bonecas enquanto sua avó confeccionava modelos profissionais. “Usar chapéu é chique, elegante, valoriza o visual”, garante. Cabeças de isopor, goma e diferentes tecidos foram usados na criação de chapéus de festa. Além disso, Tânia destacou a importância do acabamento da peça e dos acessórios. “Cada detalhe deve ser levado em consideração”. As designers paraguaias Chiara Abbata e Ofelia Aquino, que participaram da oficina, garantiram que irão levar para casa muitas novidades para ensinar. “Me surpreendi com a qualidade dos materiais e a riqueza de detalhes”, conta Ofélia. Ambas também visitaram o Show Room de Negócios e elogiaram a organização. “Viemos para o Paraná como duas esponjas, absorvemos tudo que vimos”. A estudante de Design de Moda da Tuiuti, Milena Froes, participou de toda a programação do Ciclo de Atualização em Moda. “Assisti a todas as palestras e participei das oficinas, foi muito produtivo. O Paraná precisa de eventos como esse”. Mas, não basta saber fazer chapéu, é preciso também saber usá-lo. Mulheres devem deixar os detalhes do chapéu para o lado esquerdo, não cumprimentar com beijo quando estiver com ele, não tirá-lo (nem mesmo à mesa) e colocá-lo na altura do olhar fica mais charmoso. Para quem ainda não tem o hábito de usar chapéu, Tânia deixa um conselho: “colocou um chapéu, se faça bela, não precisa ter vergonha”.
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